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O governo Dilma e o afrouxamento das metas fiscais
Em pronunciamento no Plenário, o senador Alvaro Dias manifestou sua preocupação com o afrouxamento das metas fiscais pelo governo, e disse temer que o cenário econômico submeta o povo brasileiro a grandes sacrifícios. Alvaro Dias ressaltou que as metas fiscais têm sido ignoradas nos últimos anos, e disse que é temerária a vontade do governo de flexibilizar ainda mais a política de controle de gastos públicos adotada desde 1999. Segundo o senador, no receituário proposto pelas pastas da Fazenda e Planejamento, as metas fiscais deste ano e do próximo poderão ser reduzidas em aproximadamente 70%. Se todos os mecanismos à disposição para viabilizar tal afrouxamento forem acionados, o saldo obrigatório das contas federais, estaduais e municipais será reduzido de 3,1% para o equivalente a 0,9% do PIB. “Vale ressaltar que as metas fiscais foram ignoradas ao longo dos últimos anos”, disse. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Economia se retrai e o pibinho encolhe ainda mais
A atividade econômica do País apresentou acentuada queda em fevereiro, segundo dados divulgados hoje pelo Banco Central. De acordo com o Índice de Atividade Econômica da instituição, considerado uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB), houve um recuo na economia de 0,52% no mês de fevereiro em relação a janeiro. Este percentual de queda representa o pior resultado registrado pelo BC para meses de fevereiro em relação a janeiro, na série histórica iniciada em 2003. O IBC-Br, com o qual o BC busca avaliar e tentar antecipar como será o resultado do PIB, calculado pelo IBGE, é considerado importante pela instituição para que haja maior compreensão da atividade econômica. Esse acompanhamento também contribui para as decisões do Comitê de Política Monetária, responsável por definir a taxa básica de juros, atualmente, em 7,25% ao ano. Na semana que vem haverá nova reunião para que haja decisão sobre a manutenção ou um aumento do patamar da taxa Selic. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
As previsões de Mantega frustram!
No ano passado Mantega esteve no Senado e em audiência publica o questionei. Disse que suas previsões sobre o crescimento econômico nunca se concretizavam. Ele me contestou, afirmando que não errava. E disparou sua previsão para o ano de 2012: 4,5%. Disse a ele: estou anotando, ministro. E anotei. Resultado, PIB 0,9% . E agora ministro? O que dizer?
Analistas avaliam que pibinho 2012 será menor que o esperado pelo governo
Na véspera do anúncio, pelo IBGE, do resultado das Contas Nacionais do 4º trimestre e, consequentemente, do patamar de crescimento do PIB em 2012, a instituições financeiras consultadas pelo “Valor Data” apontam uma alta média de apenas 0,9%, o que configuraria o menor avanço da economia brasileira desde 1999. Para os economistas e consultores do mercado, o gradual reaquecimento da economia observado nos últimos meses, o investimento que mais uma vez não decolou e a frágil retomada do setor industrial tiveram são problemas que não ajudaram a alavancar o crescimento do PIB. Veja abaixo um gráfico preparado pelo Valor com as perspectivas das instituições para o resultado do quarto trimestre e o PIB de 2012. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Mercado projeta inflação maior em 2013

Os mais de 100 economistas consultados pelo Banco Central para o boletim Focus, que concentra projeções para os principais indicadores brasileiros, elevaram pela quinta semana seguida a projeção para a inflação este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 5,67% para 5,68%. Para 2014, permanece a projeção de 5,5%. Os analistas mantiveram inalterada a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2013, que permanece em 3,10%. Há um mês, a estimativa era de avanço de 3,26%. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Gestão de Dilma paralisa o País, que cai no ranking das maiores economias
De acordo com levantamento da Economist Intelligence Unit (braço de análise da revista britânica Economist), divulgado pelo jornal “Estado de S.Paulo”, o fraco desempenho da economia brasileira combinado com a desvalorização do real em relação ao dólar fez o Brasil perder o sexto lugar no ranking das maiores economias do mundo. Graças ao baixo crescimento do PIB brasileiro nos últimos quatro trimestres, o País voltou para a sétima posição entre as maiores economias, perdendo a sexta posição para o Reino Unido. O instituto projeta que, mesmo que cresça um pouco mais que o Reino Unido nos próximos anos, o Brasil só voltará a ser a sexta economia em 2016. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
O baixo crescimento do PIB
No plenário, o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, fez uma comparação entre o quadro econômico e os casos de corrupção. Ele lamentou o baixo crescimento da economia brasileira e disse que o Produto Interno Bruto (PIB) do México deve crescer quatro vezes mais que o do Brasil neste ano. “Quanto à corrupção, é diferente. A corrupção cresce sempre”. (Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa).
O governo do PT e a economia: ano perdido e país empacado
Tanto a Confederação Nacional da Indústria como os representantes do mercado financeiro ouvidos semanalmente pelo Banco Central refizeram suas estimativas em relação ao crescimento do PIB em 2012, e os novos números revelam expectativas cada vez mais sombrias para a economia. Enquanto os mais de 100 analistas consultados pelo Boletim Focus do BC reduziram de 1,5% para 1,27% sua expectativa para a expansão do PIB, a CNI foi mais radical e rebaixou a previsão de crescimento de 1,5% para 0,9% neste ano, número ainda menor do que a perspectiva do IBGE, que prevê um avanço de 1% do PIB. As perspectivas para 2013 também foram reajustadas para baixo. “A economia brasileira teve um desempenho frustrante em 2012, considerado um ano perdido”, avalia a CNI. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Túnel do Tempo: um governo por inteiro
Na série de vídeos do túnel do tempo, reapresento hoje o programa que como presidente do PSDB do Paraná levei à TV em 1998. Nele apresento algumas das realizações e avanços que juntos alcançamos quando tive a honra de governar o Estado. O objetivo é recordar para comparar e agradecer a todos os paranaenses que contribuiram com muito trabalho e apoio para que nosso estado obtivesse no período o maior índice de desenvolvimento do Brasil (23% em quatro anos). O Brasil sofreu queda no seu PIB e o Paraná cresceu. É bom lembrar, no período da crise financeira mais perversa da história da administração pública brasileira, com inflação de 80% ao mês. Veja o video:
O PIB despenca
Expectativa anterior era de alta de 2,5% do PIB. Projeção atual se aproxima de número que já foi considerado ‘piada’ por Mantega. Previsão de inflação subiu. Leia na Veja online:




