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Cachoeira volta para a prisão
Carlinhos Cachoeira voltou a ser preso hoje, na sua casa em Goiânia, depois de ter sido condenado a 39 anos de prisão pelos crimes de peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha. As acusações são relativas à Operação Monte Carlo. O mandado de prisão foi expedido pelo juiz Alderico Rocha, da 11ª Vara Federal, e cumprido pela Polícia Federal. Até então, Cachoeira permanecia em liberdade desde determinação da Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) no começo deste mês. A CPI do Cachoeira termina na próxima semana, e o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, vai, junto com deputados e senadores do partido, apresentar um relatório paralelo. Leia mais (Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa)
Empresária pode ser convocada à CPI
O líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR), vai requerer à CPI do Cachoeira que convoque para depor a empresária Raimunda Ximenes Linhares, dona da relojoaria que recebeu dois depósitos no valor de R$ 101,30 mil da empresa de fachada Alberto & Pantoja Ltda., tida pela Polícia Federal como ponto de lavagem do dinheiro arrecadado pela organização criminosa comandada por Carlinhos Cachoeira. A Operação Monte Carlo grampeou a empresária acertando a transferência do dinheiro com Geovani Pereira da Silva, tesoureiro e responsável pela ocultação do dinheiro da quadrilha. Geovani conseguiu escapar da polícia e continua foragido. Leia mais na Agência Estado (Postado por Cristiane Salles – assessoria de imprensa)
CPI e suspensão do processo contra Cachoeira
Em entrevista hoje no Senado, o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, falou sobre a decisão do desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que determinou a suspensão do processo que envolve o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Segundo a assessoria do tribunal, o processo ficará suspenso até que as companhias telefônicas, responsáveis por linhas que foram grampeadas pela PF na operação Monte Carlo, forneçam informações solicitadas por Tourinho Neto. Alvaro Dias falou também sobre a expectativa da semana para a CPI, que vai ouvir um deputado e o motorista de Cachoeira. (Postado por Cristiane Salles – assessoria de imprensa)
Mulher de Cachoeira é detida
Mulher de Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça foi levada para a Superintendência da Polícia Federal em Goiânia sob suspeita de oferecer R$ 100 mil para o juiz que cuida da ação penal decorrente da Operação Monte Carlo. A Polícia Federal cumpriu um mandado de condução coercitiva expedido pela Justiça Federal. Andressa chegou na manhã desta segunda-feira (30) à sede da PF em Goiânia.
Lei do silêncio impera na máfia de Cachoeira
Os sete réus da ação penal da Operação Monte Carlo interrogados nesta quarta, em Goiânia, recusaram-se a falar sobre o esquema apontado pela Polícia Federal de exploração ilegal de jogos e corrupção. Além de Carlinhos Cachoeira, apontado pelo Ministério Público como líder do esquema, foram ouvidos os réus Lenine Araújo, Wladimir Garcez, Gleyb Ferreira, Idalberto Matias, José Olímpio de Queiroga Neto e Raimundo Queiroga Neto. Geovani Pereira da Silva, acusado de ser o contador do grupo, não compareceu à audiência porque está foragido desde o dia 29 de fevereiro. Quarto réu interrogado, Cachoeira não respondeu às perguntas mais incisivas do juiz alegando que o processo tem falhas, mas aproveitou a ocasião para fazer declarações de amor à esposa, Andressa Mendonça. Seu silêncio contradisse ele próprio já que havia afirmado, em depoimento na CPMI do Congresso, que não falaria aos parlamentares porque só iria fazê-lo após depoimento à Justiça. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Caso Cachoeira: mortes, ameaças e sumiços
Segundo o jornalista Augusto Nunes, mistérios, assassinatos e ameaças rondam o caso que envolve o contraventor Carlinhos Cachoeira. Na última terça-feira, o policial federal Wilton Tapajós, que participou da Operação Monte Carlo, foi assassinado com dois tiros no cemitério Campo da Esperança, em Brasília. Neste sábado completam-se sete dias do desaparecimento do delegado da Polícia Civil de Goiás, Hylo Marques Pereira, flagrado nos grampos da Operação Monte Carlo. Na última quinta, o escrivão da Polícia Federal Fernando Spuri Lima, de 34 anos, colega de Wilton Tapajós, foi encontrado morto com um tiro na testa, dentro da casa onde morava, em Brasília. Recentemente, o juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, que autorizou a Polícia Federal a gravar as conversas de Cachoeira, e depois decretou a prisão do bando, afastou-se do caso por sofrer ameaças de morte. Também recentemente a procuradora Léia Batista, representante do Ministério Público de Goiás na apuração do caso, foi ameaçada de morte por Adriano Aprígio, ex-cunhado de Cachoeira, que foi preso pelas ameaças. “Em meio a esses casos, o advogado Márcio Thomaz Bastos segue reivindicando a soltura de seu cliente de R$ 15 milhões. Quem libertar Cachoeira antes da hora é mais que um mau juiz. É cúmplice”, diz Augusto Nunes. (Postado por Eduardo Mota – assessoria)
MP quer garantir legalidade das escutas telefônicas
Enquanto a Justiça dá uma série de decisões favoráveis ao grupo criminoso chefiado por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o Ministério Público Federal (MPF) vem estudando estratégias para impedir que a Operação Monte Carlo perca fôlego. Hoje o principal foco dos acusadores é garantir na Justiça a legalidade das escutas telefônicas colhidas durante a investigação da Polícia Federal, que apurou esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos no Centro-Oeste do País. Para representantes do MP garantir a legalidade das escutas telefônicas é até mais importante do que manter Cachoeira preso.
Justiça federal pode anular operação Monte Carlo
Autor do pedido que adiou o julgamento sobre a legalidade das escutas telefônicas da Operação Monte Carlo, o juiz federal Cândido Ribeiro já votou a favor de arquivar um outro inquérito ao dizer que trata-se de “constrangimento ilegal” utilizar apenas denúncia anônima para iniciar investigação criminal, informa reportagem de Felipe Seligman e Leandro Colon, publicada na Folha desta quinta-feiraPor isso e por outras decisões do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público já trabalham com grande possibilidade de derrota na corte. Se isso ocorrer a CPMI Cachoeira passa a ganhar maior importância e responsabilidade.
Sócios da Delta e o bônus de R$ 64 milhões
De acordo com reportagem do jornal O Globo, a empresa Delta Construções, envolvida em denúncias de fraude e corrupção, teve queda no faturamento no ano passado, mas os acionistas não têm do que reclamar. Enquanto o faturamento da empresa caiu 10,3% em 2011, e o lucro líquido tombou 85,4%, os sócios receberam a maior bolada desde pelo menos 2008. Fernando Cavendish, ex-presidente do conselho de administração da empresa, junto com seus sócios, embolsou nada menos que R$ 64,6 milhões em dividendos, a parcela dos lucros acumulados da empresa retirada pelos sócios. O balanço refere-se ao exercício do ano passado, quando já estava em curso a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, iniciada em novembro de 2010. A empreiteira era a líder das obras do PAC. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
A estratégia bem sucedida do Procurador Gurgel!
Antonio Fernando de Souza, ex-Procurador da República, sobre afirmações do atual Procurador, Dr. Roberto Gurgel, de que estaria sofrendo ataques dos que temem o julgamento do mensalão, em entrevista neste final de semana, disse: “Se ele fez essa acusação, preciso admitir que tem elementos para justificá-la. A CPI está se preocupando com um assunto que não tem relevância para o seu trabalho. O Procurador Geral avaliou que a Operação Vegas não produziu evidências suficientes para pedir indiciamentos, mas não arquivou o inquérito – inclusive a pedido da Polícia Federal – para não prejudicar o andamento das investigações da Operação Monte Carlo. E a estratégia se mostrou bem sucedida” VEJA a entrevista.




