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Enquanto países celebram acordos comerciais, Brasil se fecha e fica para trás

Levantamento realizado pela Agência Estado detectou que desde 1991, ano que o Brasil se tornou membro do Mercosul, o país celebrou apenas três acordos de livre-comércio, com Israel, Palestina e Egito. Segundo a Agência, neste mesmo período, houve uma explosão de acordos bilaterais e regionais no mundo. “O Brasil está fora das grandes cadeias produtivas”, diz Soraya Rosar, gerente executiva da unidade de negociações internacionais da CNI. “Em um mundo que se regionaliza, o Brasil tem poucos acordos”, completa Sérgio Amaral, ex-ministro do Desenvolvimento. Conforme estudo da CNI, na América do Sul, os acordos comerciais proliferaram. Peru e Colômbia selaram, respectivamente, 12 e 11 acordos de livre-comércio, incluindo EUA e União Europeia. Já os chilenos abriram o mercado para 21 países, enquanto os mexicanos assinaram 13 acordos. Ou seja, os números mostram que o Brasil ficou para trás, principalmente porque o governo do PT mantém uma política comercial “cautelosa” e de reduzidos movimentos no front externo. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Estadão: Mercosul de boina vermelha

O Mercosul diminuiu politicamente com o ingresso, ontem sacramentado em Brasília, da Venezuela comandada pelo caudilho Hugo Chávez. A partir de agora, a diplomacia econômica do bloco usará boina vermelha e dependerá dos humores, interesses e arroubos do chefão bolivariano. Será mais um entrave às negociações comerciais com os mercados mais desenvolvidos – desprezados pelos estrategistas do lulismo-kirchnerismo, mas muito valorizados por chineses, russos, indianos e outros emergentes mais interessados em bons negócios que em discursos terceiro-mundistas.Estadão

Hugo Chávez pelas largas portas da ilegalidade

Ontem, Dilma recebeu para jantar o presidente de Venezuela, Hugo Chávez, que em entrevista deu a dica do preço de sua inclusão no Mercosul, patrocinada pelo governo brasileiro. Promete exportar petróleo cru para o Brasil e ainda comprar 20 aeronaves da Embraer. As vantagens financeiras proporcionadas pelos generosos empréstimos do BNDES são conhecidas e o nosso governo deixa de lado as exigências democráticas impostas pelo bloco a seus integrantes. Hugo Chavez passa pelas largas portas da ilegalidade com a violação de tratados internacionais e chega a seu mais novo palanque, o Mercosul.

Chávez no Mercosul, sem honrar parte em refinaria

Enquanto o governo brasileiro estende o tapete vermelho a Hugo Chávez e endossa o ingresso da Venezuela no Mercosul, “pelas portas da violação de tratados internacionais”, como afirma o senador Alvaro Dias, a Petrobras continua enfrentando problemas para a finalização da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que devia ter sido construído com recursos brasileiros e venezuelanos. Como explica o consultor Adriano Pires, especialista em infraestrutura, até agora o governo de Chávez não colocou um dólar sequer na obra: “A refinaria Abreu e Lima estava prevista para entrar em operação em 2010, mas teve sua conclusão seguidamente adiada, sendo a nova data definida para o final de 2014. Ao longo da construção, o custo previsto do projeto se multiplicou por dez, de US$ 2,3 bilhões para US$ 20,1 bilhões. A estatal PDVSA não contribuiu com sequer um dólar. Na verdade, a refinaria é mais um custo Lula, que nasceu sem objetivos empresariais, sendo parte de um projeto político do ex-presidente com Hugo Chávez”. (Postado por Eduardo Mota)

Venezuela no Mercosul pelas portas da ilegalidade!

A Venezuela ingressa no Mercosul pelas portas da ilegalidade. A violação de tratados internacionais  desrespeita o Paraguai, favorece a Venezuela e transforma nosso Bloco Econômico ainda frágil, no mais novo palanque de Hugo Chávez.

Tapete vermelho a Chávez, desrespeito ao Paraguai

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, chega hoje ao Brasil para formalizar a entrada da Venezuela no Mercosul, em uma cerimônia prevista para esta terça-feira. O encontro com outros presidentes da região ocorrerá ainda sob o fantasma da suspensão do Paraguai, único país que ainda não tinha aprovado a adesão dos venezuelanos. Apesar de todos os pareces jurídicos preparados às pressas para dar uma aparência legal ao processo, os governos do Brasil e da Argentina querem acelerar os trâmites para apresentar aos paraguaios, na sua volta ao grupo, uma manobra irreversível. Ao jornal ABC Color, do Paraguai, o ex-ministro das Relações Exteriores daquele país, Antonio Moreno Ruffinelli, disse que a adesão da Venezuela ocorre “sem nenhum instrumento de ratificação, sem cumprir as etapas técnicas e com o apoio traiçoeiro dos países que preferem priorizar os interesses econômicos do que a letra da lei, destruindo o quadro legal do Mercosul”. Leia mais no ABC Color. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Governo e PT estendem tapete vermelho a Chávez

Em São Paulo, o PT e o PCdoB, com apoio de movimento sociais e sindicais como UNE, MST e CUT, anunciaram na noite da última terça a criação de um comitê para apoiar a reeleição do presidente venezuelano Hugo Chávez. Os líderes dos partidos e dos movimentos leram manifestos em solidariedade a Chávez e em apoio à sua reeleição, e prometem estar em Brasília no próximo dia 31 de julho, para festejar o ato oficial em que a Venezuela será admitida no Mercosul. De sua parte, o governo brasileiro enviou, nesta semana, delegação oficial a Caracas, liderada pelo ministro interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, a fim de iniciar os preparativos para a solenidade de admissão venezuelana no bloco. Segundo disse Chávez, “estamos acelerando os mecanismos de adesão porque queremos recuperar o tempo perdido”. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Mercosul: paraguaios contra ingresso da Venezuela

Pesquisa divulgada pelo principal jornal do Paraguai, o  ABC Color, revela que 84,1% dos paraguaios consideram ilegal o ingresso da Venezuela no Mercosul. Os números atestam que a maioria esmagadora da população apoia a mudança provocada pelo impeachment do presidente Lugo. Leia aqui no ABC Color

Representação à PGR contra decisão do Mercosul

O Líder do PSDB, Alvaro Dias, anunciou representação, assinada por ele e pelo senador Aloysio Nunes Ferreira,  protocolada na Procuradoria Geral da Republica, em razão da decisão adotada pela Presidente Dilma, apoiando o ingresso da Venezuela no Mercosul sem a aprovação do Congresso do Paraguai. Segundo Alvaro Dias, o governo brasileiro  afrontou acordos e tratados internacionais. No Plenário Alvaro Dias lembrou que o Paraguai não está excluído do Mercosul. Veja aqui na íntegra a representação. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Líder do PSDB se reúne com presidente paraguaio

O Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, se reuniu, nesta sexta-feira (06/07), no Palácio do Governo, em Assunção, com o novo presidente do Paraguai, Federico Franco. O senador reafirmou ao presidente a posição do partido em defesa da soberania paraguaia e anunciou a intenção do PSDB de ingressar no STF com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra o voto brasileiro a favor da incorporação da Venezuela ao MERCOSUL. Segundo o Líder, Federico Franco comemorou a iniciativa e ficou satisfeito ao saber que muitos brasileiros estão defendendo a posição do país vizinho. O Líder também se reuniu com o Presidente da Corte Suprema de Justiça, Victor Nuñez, com o Ministro das Relações Exteriores, José Felix Fernadez Estigarribia, e com o Presidente do Congresso Nacional, Jorge Oviedo Matto, além de vários senadores e deputados. Alvaro Dias também reiterou aos representantes dos três poderes a preocupação com a segurança dos 500 mil brasileiros que vivem no Paraguai, mas,segundo as autoridades paraguaias, os brasiguaios estão protegidos. Leia mais e veja abaixo a galeria de fotos (Postado por Cristiane Salles – assessoria de imprensa) [Gallery not found]

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