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“Senado desdisse o que disse em 2007″
Logo após a sessão que elegeu o senador Renan Calheiros(PMDB/AL) para a presidência do Senado, o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, falou que “o Senado desdisse tudo o que disse em 2007″, em relação às denúncias que resultaram em abertura de processo de cassação e na renúncia de Renan. Alvaro Dias lembrou que 22 senadores(18 contra, 2 nulos e 2 abstenções) não votaram no candidato da maioria, porque não concordaram com a manutenção do status quo. Segundo o Líder, a gestão do novo presidente deve ser marcada por turbulências por causa da denúncia oferecida ao STF pelo Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel. A bancada tucana apoiou o candidato alternativo, senador Pedro Taques(PDT/MS). (Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa)
Governo quer que Congresso seja uma usina de escândalos
Em entrevista, antes do início da sessão que vai eleger o novo presidente do Senado, o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, disse que, ao eleger o candidato da maioria, o Senado vai estar desperdiçando uma oportunidade de dar um novo rumo aos seus trabalhos: “Estamos satisfeitos com o Senado atual ou queremos uma Casa ética e transparente?”, questionou. O Líder também comentou as denúncias divulgadas hoje pela revista Época, envolvendo o candidato Renan Calheiros. “Não acredito que as denúncias vão fazer diferença, porque tenho a impressão de que o Palácio do Planalto quer que o Congresso seja uma usina de escândalos para proteger as irregularidades do Poder Executivo”. (Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa)
Bancada do PSDB ganha mais um senador
O Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, prestigiou hoje, no gabinete da presidência do Senado, a posse do novo senador do partido, Ruben Figueiró. O parlamentar, bacharel em Direito, já percorreu uma longa trajetória na política. Foi deputado estadual duas vezes pelo Mato Grosso e eleito três vezes consecutivas deputado federal por Mato Grosso do Sul. No último mandato, foi deputado constituinte.(Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa)
Governo tirou com uma mão e deu com a outra no setor elétrico
Segundo revela o “Estadão”, as empresas concessionárias de energia começaram a reajustar suas tarifas tão logo a presidente Dilma anunciou, em outubro do ano passado, a intenção do governo de reduzi-las. Já em novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou um reajuste de 12%, mas alguns estados, como o Rio de Janeiro, aumentaram a conta de luz em cerca de 27,5% pouco antes de Dilma informar na TV que as contas de luz seriam reduzidas em até 18%. Técnicos do setor elétrico e parlamentares ouvidos pelo jornal, como o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, acreditam que a estratégia do governo de anunciar a redução com antecedência deu tempo às empresas para reajustar seus preços. “É a velha prática de dar com uma mão e tirar com a outra”, criticou o senador tucano. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Posicionamento sobre eleição para presidência do Senado
Em sua página no Facebook, o Líder do PSDB, Alvaro Dias, detalhou sua posição sobre a eleição para a presidência do Senado Federal, que acontecerá no próximo dia 1º de fevereiro, após a abertura dos trabalhos legislativos no ano de 2013: “Esclareço minha posição em relação à eleição do Presidente do Senado. Alternativas: 1) um dissidente do PMDB que tem a maior bancada, em respeito à proporcionalidade: Pedro Simon ou Jarbas Vasconcelos; 2) Pedro Taques (PDT) – é integrante de partido da base governista e tem atuação de independência. Transita bem na oposição. Esse candidato independente seria o intérprete da carta de princípios ou proposta de mudança que apresentaremos no dia primeiro de fevereiro quando da eleição do novo comando do Senado. No dia 31 de janeiro, às 17 horas, a bancada do PSDB se reúne em Brasília para anunciar sua posição oficial. O que é definitivo é que teremos candidatura alternativa à presidência do Senado. Se não para vencer, para marcar posição política de mudança”. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Priorização para o projeto que classifica a corrupção como crime hediondo
O senador Pedro Taques (PDT-MT), em entrevista à Rádio Senado, afirmou que pretende cobrar do futuro presidente da Comissão de Constituição e Justiça, a ser eleito no próximo mês de fevereiro, a votação do projeto que transforma a corrupção em crime hediondo. O projeto, de autoria do próprio Taques, tem como relator o senador Alvaro Dias, Líder do PSDB. O relatório do senador tucano já foi entregue e está pronto para ser votado na CCJ. Em seu parecer, Alvaro Dias incluiu na lista três emendas de sua autoria, para que também constem como crimes hediondos o peculato, que é a apropriação indevida de bens públicos, e a cobrança de propina ou extorsão, o que significa que tais atos não serão passíveis de fiança caso o projeto seja aprovado pelo Congresso. “Se o espírito motivador do projeto é dar maior proteção ao patrimônio público, não há como deixar de incluir o peculato, que consiste em apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular. Sem a inclusão do peculato e do excesso de exação, a proposição torna o sistema penal incoerente”, justifica o senador tucano. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Voto em separado na PGR, para novas investigações do caso Delta/Cachoeira
A direção da Comissão Parlamentar de Inquérito do caso Cachoeira já enviou à Procuradoria Geral da República o voto em separado apresentado pelo Líder do PSDB, Alvaro Dias, em que é reivindicado o aprofundamento de investigações que deixaram de ser realizadas pela CPI. No voto o Líder do PSDB pede que sejam retomadas as investigações sobre as conexões da Delta com órgãos da administração federal e a utilização de dezenas de empresas fantasmas para distribuição de dinheiro público. O voto do PSDB requisita ainda novas apurações do Ministério Público sobre as denúncias envolvendo o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente da Delta, Fernando Cavendish, o ex-diretor do Dnit, Luiz Antônio Pagot, a partir dos documentos obtidos pela comissão, como quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico de empresas e personagens do escândalo. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Diário Tucano número 2.000 e o desafio de mostrar que a oposição é atuante
O Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, prestigiou hoje a solenidade de lançamento da edição 2.000 do Diário Tucano, publicação com notícias produzidas pela liderança do PSDB na Câmara. O Líder Bruno Araújo, o Líder da minoria Mendes Thame, e vários parlamentares do partido também estavam presentes. Em um rápido pronunciamento, Alvaro Dias parabenizou os responsáveis pelo jornal e falou sobre os desafios da oposição: “O Diário Tucano tem uma missão impossível: dar volume às ações da menor oposição da América Latina. O desafio é mostrar ao povo brasileiro que a oposição está viva e é atuante, apesar da relação desigual e de sermos, muitas vezes, massacrados por uma maioria governista. A partir do ano que vem o desafio será ainda maior, pois estaremos preparando o País para uma alternativa de poder”, disse. O Líder também falou sobre a CPI do Cachoeira, dizendo que o PSDB jamais poderia compactuar com um relatório que avaliza a corrupção. (Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa)
Voto a favor do prosseguimento das investigações, contra pizzas ou acordos
“O PSDB não participou de qualquer acordo na CPI do caso Cachoeira. E de forma alguma participaria. O partido procedeu da forma mais adequada, primeiro tentando prorrogar os trabalhos da CPI por mais 180 dias. Fomos derrotados. Depois tentamos fazer prevalecer nosso voto em separado, preparado de forma competente pela assessoria técnica do partido, mas também fomos derrotados. Portanto, optamos pelo voto em separado do deputado Pittman, exatamente porque propunha o encaminhamento, para o Ministério Público, do teor de todos os votos em separado. Com isso, o procurador geral da República terá agora diversas versões da mesma história, e terá a oportunidade de identificar em cada proposta, inclusive a do PSDB, o que é essencial para a investigação sobre este que é um dos maiores escândalos da história do País”. Os esclarecimentos foram dados pelo Líder do PSDB, Alvaro Dias, na tribuna do Senado, ao justificar a posição do PSDB adotada na CPI. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)





