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Prorrogação da CPI para investigar “Deltaduto”

O Líder do PSDB, Alvaro Dias, foi um dos 34 senadores que assinou o requerimento que pede a prorrogação, por 180 dias, dos trabalhos da CPMI que investiga o escândalo Delta/Cachoeira. O requerimento de prorrogação deve ser apresentado na próxima semana, pedindo seis meses adicionais de investigação. A CPI do Cachoeira tem prazo para funcionar até 4 de novembro. Alvaro Dias afirma que é preciso tempo para que informações provenientes de quebras de sigilo cheguem à comissão e que ainda há, pela frente, o recesso de final de ano e o Carnaval. Para o senador, a CPI deixou de investigar apenas a organização supostamente comandada por Carlinhos Cachoeira, e precisa examinar em profundidade a atuação da construtora Delta e das empresas para as quais a construtora transferiu dinheiro. “Essa não é mais uma CPI só do Cachoeira, é uma CPI Cachoeira-Delta”, ressalta o senador. Leia aqui o último relatório produzido pela assessoria técnica do senador sobre a Delta. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Em defesa da prorrogação

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira marcou para hoje (16), às 15 horas, reunião de líderes para decidir sobre a prorrogação ou não dos trabalhos. O Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, defende a prorrogação porque, segundo ele, ”ainda há muito a ser investigado, principalmente em relação à Delta”. (Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa)

Marcos Valério fala e envolve Lula no mensalão

                                   A perspectiva da prisão pode fazer Marcos Valério soltar a língua!Reportagem principal da Revista Veja desta semana traz revelações de Marcos Valério que envolvem Lula no mensalão. Pressentindo que seu destino é a cadeia começa a falar. Relembro que ao final dos trabalhos da CPMI dos Correios apresentei voto em separado propondo o impeachment do Presidente, por crime de responsabilidade. Esse era o dever daquela CPMI, que completaria de forma exemplar o seu trabalho. Leia parte da reportagem no site da VEJA

CPMI: a versão dirigida dos fatos

A Delta recebeu mais de 7 bilhões dos cofres publicos nos ultimos anos . Mais de oitenta por cento dos recursos sairam de cofres administrados por partidos da base aliada do governo federal. Apenas 10% de administrações dos partidos oposicionistas.E é bom lembrar que só o PSDB governa 8 estados e 800 municipios.  Mas, pelo noticiario produzido em função da CPMI Cachoeira fica a impressão que os numeros estão invertidos. O que prevalece é a versão dirigida dos fatos. Há orientação política ou não?

CPMI direcionada politicamente

A CPMI Cachoeira ouve nesta terça, e amanhã, depoimentos irrelevantes. É parte da estratégia adotada pelo comando governista. Ganham tempo para poupar pessoas. O essencial está sendo preterido. As convocações de Fernando Cavendish (Delta) e Luiz Antonio Pagot (DNIT) continuam sobrestadas. O desvio de dinheiro público, consequência da relação desonesta do poder público com o setor privado, neste caso envolvendo a Delta e Cachoeira, com superfaturamento de obras, aditivos ilegais, pagamento de propina, tráfico de influência, deveria ser o foco essencial das investigações. Ao impedir que essa investigação ocorra com eficiência transformam a CPI em instrumento político partidário destinado a atingir alguns e a poupar outros.

Aprovado pedido de revogação do sigilo

Os parlamentares da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga o contraventor Carlinhos Cachoeira aprovaram na manhã desta quinta requerimento apresentado pelo Líder do PSDB, Alvaro Dias, que solicita ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, a revogação do sigilo impostos aos inquéritos das operações Vegas e Monte Carlo. A CPI realiza reunião administrativa e deverá votar diversos outros requerimentos ainda nesta manhã. O requerimento de Alvaro Dias requer também ao Juiz da 11ª Vara Federal da Seção Judiciária de Goiânia a revogação do sigilo judicial imposto à ação penal oriunda da operação Monte Carlo, que levou Cachoeira à prisão. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

CPMI: para revelar ou esconder?

A decisão anunciada que impõe rigor na vigilância a parlamentares da CPI ao acessarem as informações supostamente sigilosas da Operação Vegas e Monte Carlo, é uma afronta à própria instituição. É como se devessem os parlamentares,  ser submetidos à revista, como  se fossem parentes de Cachoeira em visita ao Presidio da Papuda. Essa providencia é inusitada sobretudo se considerarmos que os inquéritos que deram origem à comissão parlamentar de inquérito já foram devassados pela imprensa nacional. A atitude vai além da hipocrisia. É parte da estratégia de dominação da CPI com o objetivo de direcionar as investigações. A questão de ordem que formulei verbalmente nesta semana, formularei por escrito na primeira oportunidade. Pedirei o fim do segredo de justiça neste escândalo. Temos jurisprudência firmada. Citarei os julgados referentes à Operação Pasárgada. Destacarei decisões monocráticas dos ministros Paulo Galotti e Celso Mell0 que sustentam ser possível suspender o sigilo diante de fatos relevantes e da imposição do interesse público. Ademais CPI se instala para revelar e não para esconder!  A justificativa mais sólida está na resposta à pergunta que insisto em formular: A quem interessa o sigilo?

STF autoriza acesso à inquérito sobre Cachoeira

O ministro do STF Ricardo Lewandowski, relator do inquérito que investiga as relações do senador Demóstenes Torres com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, autorizou hoje que três comissões do Congresso retirem cópia integral dos autos da investigação. As comissões que tiveram acesso autorizado ao inquérito são a CPMI para apurar as relações do bicheiro com agentes públicos e privados; o Conselho de Ética do Senado, e a Comissão de Sindicância da Câmara dos Deputados. O ministro Lewandowski alerta para que os parlamentares observem “restrições de publicidade” devido ao segredo de Justiça do processo. (Postado por Cristiane Salles – assessoria de imprensa)

CPMI Cachoeira é instalada

Na sessão de instalação da CPI Mista que irá investigar a atuação do contraventor Carlinhos Cachoeira junto a agentes públicos e privados, na manhã desta quarta-feira, o senador Alvaro Dias lamentou que a oposição tenha sido alijada dos postos de comando da CPMI (a presidência ficou com o PMDB e o relator é do PT). (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

CPI Cachoeira: por que retardar depoimentos?

INSTALAÇÃO ÀS 10 HORAS DESTA QUARTA-FEIRA, NO SENADO FEDERAL
Confirmou-se a estratégia do governo de comandar a CPMI sem dividir responsabilidades com a oposição. O anuncio de que pretendem evitar requerimentos de convocação de depoentes no primeiro momento dos trabalhos pode ser expediente protelatório. As convocações deveriam sim, ocorrer logo no inicio dos trabalhos. A análise de documentos se faz simultaneamente. Evitar convocações no inicio pode ter o propósito de ganhar tempo para reduzir o interesse da imprensa e da opinião publica na revelação dos fatos e na busca da verdade.

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