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Esquema Delta-Cachoeira igual ao valerioduto

Na reunião da CPI Mista, o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, voltou a fazer apelo à direção da comissão para que sejam votados os requerimentos de quebra de sigilo bancário e fiscal de 12 empresas identificadas como “laranjas” do esquema Cachoeira. Alvaro Dias destacou o trabalho realizado pela Assessoria Técnica do PSDB, que em seu décimo relatório produzido sobre o caso, já identificou repasses de R$ 421 milhões da empresa Delta para essas empresas. “Boa parte dos recursos repassados pela Delta às empresas laranjas foram sacados na boca do caixa, em um esquema que funciona da mesma forma que funcionou o valerioduto no escândalo do mensalão. Esses recursos certamente devem ter sido destinados a pagamento de propina resultante do tráfico de influência e do superfaturamento de obras dentro do consórcio Delta-Cachoeira”, disse.Leia também na Agência Senado. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Cavendish e Pagot, quando falarão na CPI?

De acordo com a coluna “Radar”, do jornalista Lauro Jardim, de “Veja”, a oposição já definiu a estratégia de atuação para esta primeira semana de trabalhos na CPI mista que investiga o caso Cachoeira. Segundo o senador Alvaro Dias, os partidos de oposição vão voltar a cobrar a divisão dos trabalhos em sub-relatorias e também cobrar do presidente da Comissão, senador Vital do Rêgo, e do relator, deputado Odair Cunha, o agendamento dos depoimentos de Fernando Cavendish, ex-dono da Delta Construções, e do ex-diretor do Dnit, Luiz Antonio Pagot. Leia mais na coluna Radar. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Pedido de acareação entre jornalista e Cachoeira

Após fazer questionamentos, na CPI Mista do Congresso, ao jornalista Luiz Carlos Bordoni, que trabalhou na campanha do governador de Goiás em 2010 e recebeu dinheiro de empresas ligadas ao contraventor Carlinhos Cachoeira, o senador Alvaro Dias declarou que, diante das contradições do depoimento, apresentará requerimento na comissão para que seja realizada acareação entre o radialista e o bicheiro. Na CPI, o Líder do PSDB afirmou que o depoente confessou crime contra o sistema tributário nacional, e não provou que os cheques depositados em nome de sua filha se constituíram em pagamento de serviços prestados à campanha eleitoral. Gravações são indícios de que havia articulação de Cachoeira para silenciar o radialista que criticava obra da Delta em Goiás. (Postado por Eduardo Mota – assessoria)

CPI longe de investigar figuras essenciais

Os membros da CPI Mista que investiga as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados ouvirão, na próxima semana, o depoimento de nove pessoas. Os três primeiros, marcados para terça-feira (26), serão questionados sobre a venda da casa onde o contraventor foi preso. Na quarta, serão ouvidas outras três pessoas que alegam ter tido relação com o governador de Goiás. Na quinta, a CPI colhe depoimentos para buscar esclarecer fatos relacionados ao governador do DF, Agnelo Queiroz. Para o senador Alvaro Dias, os depoimentos são secundários, e figuras centrais do escândalo continuam sendo blindadas, como o dono da Delta, Fernando Cavendish, e o ex-diretor do Dnit, Luiz Antonio Pagot. “A CPI vai ouvir figuras secundárias supostamente envolvidas no esquema Cachoeira, enquanto depoimentos essenciais são evitados”, lamentou o senador. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Convocação de membros da máfia de Cachoeira

Durante a reunião da CPI Mista do caso Cachoeira, foram aprovados o total de 29 requerimentos apresentados pelo Líder Alvaro Dias, tanto para convocação de pessoas envolvidas no esquema criminoso de Carlinhos Cachoeira, como convite a procuradores e delegados que participaram das investigações. Ao todo 24 pessoas são convocadas, a partir dos requerimentos de Alvaro Dias, para explicar na CPI participação direta ou indireta na organização mafiosa de Cachoeira, se foram beneficiadas a partir do desvio de dinheiro público, se criaram empresas de fachada para receber recursos ou mesmo se passaram informações privilegiadas ao bicheiro, fruto de investigações policiais. Outros requerimentos aprovados solicitam informações ao COAF sobre movimentações atípicas de dinheiro de Cachoeira, Claudio Abreu (sócio da Delta), do araponga Idalberto Matias (o Dadá), de José Olímpio (membro do grupo) e também da empresa farmacêutica Vitapan (de propriedade de Cachoeira). (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Alerta para precedente que pode inviabilizar CPI

Na reunião da CPI Mista na tarde desta terça, o senador Alvaro Dias defendeu a aprovação de interposição de recurso perante o STF para assegurar a presença de Cachoeira na próxima semana. O senador defendeu que a comissão pedisse ao ministro Celso de Mello reconsideração da decisão que possibilitou ao contraventor que não comparecesse à comissão a fim de prestar depoimento. Segundo o senador, a decisão cria precedente perigoso que pode vir a comprometer os trabalhos de investigação da CPI. Além disso, para Alvaro Dias, o pedido da defesa é inadequado e inconsistente, porque as informações que foram disponibilizadas aos parlamentares já eram conhecidas dos advogados de Cachoeira. “Temos menos informações na secretaria da CPI do que as redações de jornais e revistas e do que os advogados, que tiveram acesso aos autos do inquérito”, disse. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

CPI votará fim do sigilo para inquérito Cachoeira

No início da reunião da CPI mista do caso Cachoeira nesta quinta, para ouvir o delegado da Polícia Federal Matheus Mella Rodrigues e os procuradores da República Daniel Salgado e Léa Oliveira, co-responsáveis pela operação Monte Carlo, o presidente da comissão, Vital do Rego, anunciou que será votado no próximo dia 17 requerimento do senador Alvaro Dias, que solicita fim do segredo de justiça para o inquérito do caso. O requerimento será subscrito por diversos parlamentares da comissão, inclusive seu presidente, Vital do Rêgo. Relator do caso, deputado Odair Cunha, do PT, também subscreveu pedido para fim do sigilo. (Postado por Eduardo Mota – assessoria)

Convocação de Gurgel é desvio de foco

Em entrevista hoje no Senado, o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias(PR), criticou a ofensiva de alguns governistas de tentar convocar o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, para a CPI Mista que investiga as relações do bicheiro Carlos Cachoeira. Segundo o Líder a convocação de Gurgel é “desvio de foco para proteger criminosos”, além de representar, na opinião do senador, “uma estratégia para ofuscar o julgamento do mensalão”. (Postado por Cristiane Salles – assessoria de imprensa)

Pedido para revogação do segredo de justiça

Durante a reunião secreta da CPI Mista, nesta terça, para ouvir os delegados da Polícia Federal responsáveis pelo inquérito do caso Cachoeira, o senador Alvaro Dias apresentou questão de ordem pedindo a revogação do segredo de justiça e do sigilo imposto aos documentos do caso. Para Alvaro Dias, que apresentou farta  jurisprudência, com julgados dos ministros Paulo Galotti, Celso Mello e outros, a manutenção do sigilo contraria o interêsse publico. “Se a presidência  da CPI indeferir seu pedido, ingressará no STF com mandado de segurança. O senador disse ainda que o depoimento do delegado da PF pouco acrescentou, e ainda defendeu a votação em bloco dos requerimentos de convocação dos governadores. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Oposição pode recorrer ao STF contra sigilo em CPI

Parlamentares da oposição que fazem parte da CPI Mista que investiga as relações de Carlos Cachoeira se reuniram hoje, na liderança do PSDB no Senado, para discutir estratégias diante das restrições impostas pelo comando da comissão. Segundo o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias(PR), a oposição vai formalizar uma questão de ordem, na reunião desta terça(08/05), cobrando o fim do sigilo, já que existe jurisprudência nesse sentido. De acordo com o Líder, há decisões dos ministros Celso de Mello e Paulo Galotti nas quais foram revogados os segredos de justiça de determinados inquéritos, como o da Operação Pasárgada. “Se não houver acolhimento da nossa questão de ordem, entraremos com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal. Em função do interesse público, não há razão para o sigilo dos inquéritos envolvendo Carlos Cachoeira”, disse Alvaro Dias. (Postado por Cristiane Salles – assessoria de imprensa)

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