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Contador da máfia de Cachoeira se entrega à Polícia Federal
O contador Geovani Pereira da Silva, que trabalhava para o bicheiro Carlinhos Cachoeira, se entregou nesta segunda-feira à Polícia Federal de Anápolis (GO), a 60 km de Goiânia. O escritório do advogado de Geovani, Calisto Abdalla Neto, confirmou que o contador se apresentou à polícia nesta manhã, após passar quase um ano foragido. Giovani foi condenado a 13 anos e 3 meses de prisão pela 11ª Vara da Justiça Federal de Goiás pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção. Entre os integrantes da organização de Cachoeira que tiveram prisão decretada, apenas o contador havia conseguido escapar da prisão. O contador de 45 anos, dono de um patrimônio declarado inferior a R$ 200 mil, segundo a denúncia do Ministério Público Federal, era responsável por receber o dinheiro arrecadado do jogo ilegal e fazer pagamentos da organização criminosa de Cachoeira, que teve movimentações na casa dos bilhões de reais. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
O “garganta profunda do PT”
‘Sou o Garganta Profunda do PT’, diz Cachoeira. Ao deixar a prisão, bicheiro disse que revelará tudo o que sabe. Mais tarde, advogado do contraventor atribuiu declaração ao ‘calor do momento’.
Novo pedido de prisão para Cachoeira
Menos de 24 horas após a soltura de Carlos Augusto Ramos, o Cachoeira, o Ministério Público Federal em Goiás fez novo pedido de prisão preventiva do empresário. A Procuradoria apresentou nova denúncia à Justiça contra ele e mais 16 pessoas.
Escândalo Delta/Cachoeira medalha de ouro da corrupção
O escândalo de corrupção, que poderia ser revelado pela CPMI Cachoeira e que o governo esconde, desmente definitivamente qualquer propósito de faxina na administração federal. A representação que protocolamos ontem na PGR oferece munição para que o Ministério Público revele os mistérios desse monumental esquema e aponte agentes públicos e privados responsáveis pela incrível sangria nos cofres públicos, tendo a DELTA como matriz dos bilionários desvios. Aproximadamente mais 29 empresas, além das 6 já investigadas pela CPMI, devem ter seus sigilos quebrados para a imprescindível apuração dos fatos. Nossa equipe técnica revelou repasses de mais de 420 milhões da DELTA às seis empresas fantasmas e delas para os integrantes da quadrilha de Cachoeira. Recursos que certamente serviram para o pagamento de propina aos responsáveis pelo tráfico de influência, superfaturamento de obras, fraude em licitações, aditivos ilegais e contratos generosos sem licitação. Se considerarmos valores sacados desonestamente dos cofres da União, de alguns Estados e Municípios, esse escândalo poderá levar seus artífices a receber a medalha de ouro no pódium da corrupção!
Defesa de prorrogação da CPI por 180 dias
O senador Alvaro Dias defendeu em Plenário a prorrogação dos trabalhos da CPI mista do caso Cachoeira por mais 180 dias, e não por 45 dias, como proposto por alguns parlamentares. A prorrogação dos trabalhos, previstos para terminarem no próximo domingo (4), será definida ainda nesta terça em reunião dos líderes partidários da Câmara e do Senado. Para Alvaro Dias, a prorrogação dos trabalhos por mais seis meses é fundamental para que os parlamentares consigam a quebra de sigilo bancário de empresas ligadas às denúncias investigadas pela CPI. O senador informou que relatório recente do Coaf, vinculado ao Ministério da Fazenda, identificou movimentação financeira atípica na relação de dezenas de empresas, principalmente a Delta Construções. “Prorrogar a CPI é essencial para a respeitabilidade que o Congresso busca. Encerrar com apenas 40 dias é um simulacro de prorrogação, e transforma a CPI em uma farsa e desgasta ainda mais a instituição. Defendemos a prorrogação por 180 dias porque a comissão precisa oferecer respostas às exigências da sociedade”, disse o senador. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Desvendando o propinoduto Delta/Cachoeira
O jornalista João Bosco Rabello, editor do jornal “Estado de S.Paulo”, destaca em seu blog levantamento feito pela equipe técnica do senador Alvaro Dias, a partir dos dados bancários da Delta nos últimos anos. O levantamento revela que foram repassados mais de R$ 420 milhões a 18 empresas fantasmas distribuídas em cinco estados (Goiás, São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Espírito Santo). As mais favorecidas foram as empresas S.P. Terraplenagem Ltda. (R$ 46 milhões), Power To Ten Engenharia Ltda. (R$ 43 milhões), ambas em Santana de Paranaíba (SP) e Adécio & Rafael Construções Ltda. (R$ 37 milhões) em Novo Gama (GO). O levantamento aponta, ainda, que os repasses a essas empresas dobram nos anos eleitorais: em 2009, esse valor totalizou R$ 47,9 milhões. No ano seguinte, de eleição presidencial, os repasses subiram para R$ 117,1 milhões. “Como justificar empresas de fachada, criadas em sua grande maioria a partir de 2008, recebendo significativas somas em períodos próximos a eleições?”, questiona o senador Alvaro Dias no blog de João Bosco. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Esquema Delta-Cachoeira igual ao valerioduto
Na reunião da CPI Mista, o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, voltou a fazer apelo à direção da comissão para que sejam votados os requerimentos de quebra de sigilo bancário e fiscal de 12 empresas identificadas como “laranjas” do esquema Cachoeira. Alvaro Dias destacou o trabalho realizado pela Assessoria Técnica do PSDB, que em seu décimo relatório produzido sobre o caso, já identificou repasses de R$ 421 milhões da empresa Delta para essas empresas. “Boa parte dos recursos repassados pela Delta às empresas laranjas foram sacados na boca do caixa, em um esquema que funciona da mesma forma que funcionou o valerioduto no escândalo do mensalão. Esses recursos certamente devem ter sido destinados a pagamento de propina resultante do tráfico de influência e do superfaturamento de obras dentro do consórcio Delta-Cachoeira”, disse.Leia também na Agência Senado. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
Resumo da semana de 20 a 24 de agosto
Semana em que a máscara do governo do PT começa a ruir. Além de blindarem na CPI os verdadeiros criminosos do esquema Delta/Cachoeira, agora estão superfaturando a compra de remédios populares. Semana em que as provas começam a surgir e desmentem afirmações do governador de Brasília, Agnelo Queiroz, suspeito agora de compra de testemunha. (Postado por Achiles Pantazopoulos – assessoria de imprensa)
CPI: sem quebras de sigilo, resta cumplicidade
Na reunião da CPI nesta quarta-feira, em que dois depoentes permaneceram em silêncio, o senador Alvaro Dias voltou a cobrar da direção da comissão que seja agendada imediata reunião administrativa, para que sejam votados os requerimentos de quebra de sigilo bancário e fiscal de 12 empresas laranjas do esquema Delta/Cachoeira. “O volume de recursos transferidos do poder público para a Delta, e da Delta para as empresas fantasmas, de mais de R$ 400 milhões, mostra que o caso é grave, e se a CPI ignorar este fato, poderá ser acusada de cumplicidade com o crime praticado”, disse. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)





