Daily Archives: 10 de maio de 2012
As explicações de Roberto Gurgel convencem
As explicações do Procurador Geral Dr. Roberto Gurgel são pertinentes e convencem. Em 2009 ao receber o inquérito da Operação Las Vegas, cujo objetivo era investigar vazamentos de informações da PF, não identificou elementos jurídicos consistentes para encaminhar ao Supremo o pedido de investigação contra Demostenes Torres e outros. Se optasse pelo arquivamento, e poderia , comprometeria as investigações em curso à época. Não o fez. Se encaminhasse ao Supremo mesmo sem convicção da suficiência dos elementos jurídicos, despertaria os investigados e possivelmente Carlos Cachoeira hoje não estaria preso. Comunicou as autoridades goianas sua decisão. Os fatos fortuítos remanescentes da Operação Las Vejas, motivaram a operação Monte Carlo, que proporcionou ao Procurador Geral a instauração dos procedimentos contra os investigados, detentores do direito ao foro privilegiado. Os ataques ao Dr.Gurgel são inoportunos, maldosos, afrontam a lei e a instituição que representa. Por isso seus colegas procuradores e ministros do STF saem em sua defesa, e proclamam a importância da missão constitucional a ele atribuida neste caso e especialmente no julgamento histórico do mensalão, o maior escândalo dos ultimos tempos!
Procuradores apoiam Roberto Gurgel
Depois dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), agora foi a vez da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) manifestar “apoio integral” ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Integrantes da CPI do Cachoeira tentam desmoralizar Gurgel e o pressionam a explicar por que demorou cerca de três anos para levar ao Supremo as suspeitas contra o senador Demóstenes Torres (sem partido -GO). Nesta quarta-feira, Gurgel afirmou que está sofrendo retaliação daqueles que temem o julgamento do mensalão e que os ataques visam a enfraquecer toda a instituição do Ministério Público.”Ataques recentemente veiculados desconsideram que o procurador-geral da República lidera uma instituição-chave na defesa da probidade na utilização dos recursos públicos e da gestão idônea em todas as esferas governamentais”, diz a nota divulgada pela ANPR. (Veja)
Delta: Imoralidade explícita
O Grupo J&F (Friboi) que obteve no governo Lula 16 bilhões do BNDES com taxas de juros privilegiadas está adquirindo a empresa Delta envolvida no escândalo Cachoeira. Está explícita a imoralidade dessa negociação. O grupo escandalosamente beneficiado pelo governo avançou sobre frigorificos no Mato Grosso, chegou ao sistema financeiro e agora vale-se do esquema de corrupção arquitetado pela Delta. Diante desses fatos é oportuna a iniciativa do Ministério Público do Rio de Janeiro conforme noticia nesta noite o site da Veja. “O procurador regional da República no Rio de Janeiro, Nívio de Freitas Silva Filho, requereu nesta quinta a abertura de procedimento – provavelmente será um inquérito civil público – para apurar possíveis irregularidades na venda da construtora Delta, alvo de denúncias de fraude, corrupção e superfaturamento, ao grupo J&F. O objetivo, segundo o procurador explicou, é evitar que a empreiteira, sob investigação da CPI do Cachoeira, venda seu patrimônio, que deve ser preservado para garantir o pagamento de futuras ações na Justiça. “A Delta provavelmente será processada em vários Estados”, afirmou o procurador. “Não pode alienar seu patrimônio”.
Comissão da Verdade
A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta quinta-feira (10) os nomes das sete pessoas que vão integrar a Comissão da Verdade. Leia mais na FOLHA
MP: “Celso Daniel morreu porque sabia demais”
O promotor de Justiça Márcio Augusto Friggi de Carvalho pediu na tarde desta quinta-feira a condenação de três réus pelo sequestro e morte do então prefeito de Santo André, no ABC Paulista, Celso Daniel (PT), em 2002. “O prefeito de Santo André morreu porque sabia demais”, disse. Na sua exposição aos jurados, que durou cerca de três horas, Carvalho lamentou não ter identificado mais envolvidos no crime, cometido, segundo ele, porque o político descobriu que pessoas ligadas a um esquema de corrupção para financiar campanhas eleitorais do PT estavam embolsando o dinheiro desviado. (Terra)
Defesa de novas investigações sobre a Delta
“A operação Monte Carlo tinha um objetivo definido: investigar a contravenção, corrupção, jogos. Fatos fortuitos apareceram, fatos novos que envolvem inclusive autoridades exigindo o foro privilegiado. Cabe portanto uma investigação de maior profundidade a partir de agora”. Quem afirmou foi o senador Alvaro Dias, em entrevista à imprensa após sair momentaneamente da reunião secreta da CPI em que estão sendo ouvidos o delegado da PF e os procuradores responsáveis pelo inquérito da operação Monte Carlo. Para o senador, é necessário a abertura de um novo inquérito para investigar sobretudo a relação de promiscuidade de empresas com o poder público, especialmente a partir da Delta. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)
CPI votará fim do sigilo para inquérito Cachoeira
No início da reunião da CPI mista do caso Cachoeira nesta quinta, para ouvir o delegado da Polícia Federal Matheus Mella Rodrigues e os procuradores da República Daniel Salgado e Léa Oliveira, co-responsáveis pela operação Monte Carlo, o presidente da comissão, Vital do Rego, anunciou que será votado no próximo dia 17 requerimento do senador Alvaro Dias, que solicita fim do segredo de justiça para o inquérito do caso. O requerimento será subscrito por diversos parlamentares da comissão, inclusive seu presidente, Vital do Rêgo. Relator do caso, deputado Odair Cunha, do PT, também subscreveu pedido para fim do sigilo. (Postado por Eduardo Mota – assessoria)
Procurador rebate criticas
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, rebateu nesta quarta-feira críticas por não ter pedido abertura de inquérito para investigar as relações do senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). Segundo o procurador, as críticas foram feitas por “pessoas que estão morrendo de medo do julgamento do mensalão”. (Folha)
Morte de Celso Daniel: crime político?
O Ministério Público de São Paulo sustentará hoje a tese de crime político no julgamento de cinco acusados de matar o prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel (PT), assassinado com oito tiros em janeiro de 2002. Escolhido para coordenar a campanha do ex-presidente Lula, Celso Daniel foi encontrado morto numa estrada de terra em Juquitiba (a 72 km de São Paulo), após dois dias de sequestro. A Promotoria sustenta que o grupo que será julgado sequestrou e matou o prefeito a mando do ex-segurança Sérgio Gomes da Silva, conhecido como Sombra, que responde em liberdade e até hoje não foi a julgamento. A tese da Promotoria é que Daniel foi morto porque discordou que parte de um dinheiro desviado num esquema de corrupção na prefeitura para financiar campanhas do PT ficasse nas mãos dos envolvidos. “O prefeito conhecia o esquema e sabia que era desviado para caixa 2 do PT, mas em determinado momento descobriu que parte do dinheiro foi usado para enriquecimento dos participantes, inclusive do Sombra, e aí ele se opôs”, disse o promotor.Leia na Gazeta do Povo




